Novos trechos da rua 14 de julho serão interditados esta semana; programe-se para maior conforto às compras

Clique na imagem e acompanhe o cronograma das obras de reestruturação do centro de Campo Grande previsto para a partir desta sexta-feira (10/9) até o dia 16 de agosto.

9 de Agosto – obras de infraestrutura – fechamento da rua 14, entre a 7 de Setembro e 15 de Novembro. Os cruzamentos da 14 com a 7 de Setembro e com a 15 de Novembro não serão fechados.
De 13 a 15 de Agosto – fechamento de meia pista na 7 de Setembro com a 14 – instalação de caixas de elétrica.
13 de Agosto – obras de drenagem e elétrica na 14 com a Maracaju. Fechamento de meia pista da Maracaju e total na 14.
16 de Agosto – início das obras de instalação de esgoto do lado esquerdo, entre Maracaju e Antônio Maria Coelho.
Atenção, comerciantes e moradores: para garantir a coleta de lixo na região, a Solurb instalou containers nos cruzamentos das vias impactadas.
projeto – As obras fazem parte do projeto Reviva Campo Grande e pretende transformar a 14 de Julho (da Afonso Pena a Cândido Mariano), rua mais tradicional da cidade, em um shopping a céu aberto. O calçadão terá áreas de convivência implantadas em baias; arborização; bicicletários e conexão via internet.

A calçada será ampliada para em alguns pontos ter 6,5 metros de largura (hoje tem 3 metros). Com o estacionamento proibido neste trecho, ao invés de três, serão duas faixas para o tráfego de veículo e o asfalto tradicional com CBUQ será substituído por pisos intertravados (o mesmo a ser usado nas calçadas). Com o meio-fio rebaixado, a pista será praticamente no mesmo nível da calçada.

No meio das quadras, haverá travessias elevadas para dar maior segurança aos pedestres. Com os bicicletários, a intenção é oferecer um estacionamento seguro para os ciclistas que circulam pela ciclovia da Afonso Pena ou da Orla Morena deixarem suas bicicletas antes de passear ou fazer compras no centro.

O investimento previsto é de R$ 54, 8 milhões, cerca de US$ 14,5 milhões, parcela do empréstimo de US$ 56 milhões contratados junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para viabilizar o projeto.